"Não sei como os suecos, os noruegueses e os dinamarqueses podem viver sem TGV e a Finlândia sobrevive a essa humilhação... Ignoro como a Irlanda se converteu no exemplo do progresso europeu sem um super-aeroporto nem um comboio ultra-rápido. (...)
Com obras permanentes nas auto-estradas, comboizinhos eléctricos vazios, para cima e para baixo, e estádios vazios para quem quiser brincar, Portugal vai ser um sonho!"
Joaquim Letria, 24 Horas, 28-07-05
29.7.05
O nosso cérebro (ler rápido)
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol, que vcoê anida pdoe ler sem pobrlmea. Isto é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Fátastcnio!
Fátastcnio!
25.7.05
Soares
Tive um fim-de-semana agitado e, portanto, distante dos noticiários. Eis que chego à noite de Domingo e um amigo me diz que o candidato socialista às presidenciais sempre era Mário Soares. Brincalhão, julguei eu. Afinal o brincalhão não era o meu amigo, mas Sócrates. E Soares. O pior é que a brincadeira já não é só comigo, mas com todos os portugueses. Hoje não tenho tempo, mas em breve volto ao tema. Mi aguárdji!
Freitas e a candidatura de Cavaco
Apoiante, abstencionista, adversário...
Nos últimos oito meses, Freitas do Amaral passou de apoiante de Cavaco Silva a abstencionista e, agora, adversário duma eventual candidatura presidencial.
Na sua primeira entrevista como ministro deste Governo, a 2 de Junho, na RTP, Freitas do Amaral foi confrontado por Judite de Sousa com as declarações que tinha feito em Outubro de 2004. Nessa altura, o professor de Direito havia considerado "bastante possível que apoiasse Cavaco" nas presidenciais. Passados oito meses, Freitas explicou na RTP que a sua posição já não era a mesma e preanunciou a sua abstenção nas eleições presidenciais "Nessa altura era a resposta que correspondia ao meu pensamento. Fazendo eu [agora] parte de um Governo socialista, se o prof. Cavaco Silva for o candidato da direita e o PS tiver um candidato adversário, eu não posso apoiar Cavaco Silva contra o candidato do PS. Por uma questão de gratidão ao prof. Cavaco Silva, que fez de mim presidente da Assembleia Geral da ONU, não posso apoiar um candidato do PS contra Cavaco Silva. Assim, a posição mais natural é abster-me."
Na entrevista que ontem o DN publicou, Freitas volta a mudar de posição, afirmando-se agora como feroz opositor de Cavaco, a quem se refere como "candidato a salvador da pátria" que está a transformar as eleições num "plebiscito unanimista". É a evolução mais recente numa relação que já teve momentos de grande entusiasmo.
A 13 de Julho de 2001, numa carta enviada ao DN, Freitas não escondia o seu alinhamento com o ex-primeiro-ministro "Desde já declaro que, se [Cavaco Silva] decidir ser candidato presidencial em 2006, não só não concorrerei contra ele, como terei todo o gosto em o apoiar." in Diário de Notícias, 21.07.2005
Nos últimos oito meses, Freitas do Amaral passou de apoiante de Cavaco Silva a abstencionista e, agora, adversário duma eventual candidatura presidencial.
Na sua primeira entrevista como ministro deste Governo, a 2 de Junho, na RTP, Freitas do Amaral foi confrontado por Judite de Sousa com as declarações que tinha feito em Outubro de 2004. Nessa altura, o professor de Direito havia considerado "bastante possível que apoiasse Cavaco" nas presidenciais. Passados oito meses, Freitas explicou na RTP que a sua posição já não era a mesma e preanunciou a sua abstenção nas eleições presidenciais "Nessa altura era a resposta que correspondia ao meu pensamento. Fazendo eu [agora] parte de um Governo socialista, se o prof. Cavaco Silva for o candidato da direita e o PS tiver um candidato adversário, eu não posso apoiar Cavaco Silva contra o candidato do PS. Por uma questão de gratidão ao prof. Cavaco Silva, que fez de mim presidente da Assembleia Geral da ONU, não posso apoiar um candidato do PS contra Cavaco Silva. Assim, a posição mais natural é abster-me."
Na entrevista que ontem o DN publicou, Freitas volta a mudar de posição, afirmando-se agora como feroz opositor de Cavaco, a quem se refere como "candidato a salvador da pátria" que está a transformar as eleições num "plebiscito unanimista". É a evolução mais recente numa relação que já teve momentos de grande entusiasmo.
A 13 de Julho de 2001, numa carta enviada ao DN, Freitas não escondia o seu alinhamento com o ex-primeiro-ministro "Desde já declaro que, se [Cavaco Silva] decidir ser candidato presidencial em 2006, não só não concorrerei contra ele, como terei todo o gosto em o apoiar." in Diário de Notícias, 21.07.2005
13.7.05
We're not afraid!

O site We're not afraid foi criado no dia dos atentados de Londres. Pretendia mostrar que os habitantes da capital britânica não se deixariam intimidar pelos ataques terroristas. Mas rapidamente se tornou um local de tributos vindos de todo o mundo à atitude de desafio dos londrinos. Visitem o site aqui.
A imagem acima foi deixada por uma portuguesa.
12.7.05
Circuito da Boavista - Paddock Técnico
11.7.05
Ditadura mediática

A grande ameaça à Democracia não vem da Extrema-Esquerda nem da Extrema-Direita. Não vem muito menos do terrorismo. Com esses podemos nós bem. A grande ameaça vem dos órgãos de comunicação social.
Arrastão de Carcavelos, lembram-se? Não acharam um pouco estranho? Então vejam a investigação de Diana Andringa sobre isso.

9.7.05
E agora para algo completamente diferente...
«List five songs that you are currently digging. It doesn't matter what genre they are from, whether they have words or even if they're any good but they must be songs you're really enjoying right now. Post these instructions, the artist and the song in your blog along with your five songs. Then tag five other people to see what they're listening to.»
Mas quem é que começou com esta corrente?!?! Tiveram sorte que não tinha ameaças do género "se não responder em 3 dias a música pimba vai internacionalizar-se", se não nem respondia. Mas como a corrente veio da Zona Franca da blogosfera, ok.
Bom, se calhar era suposto serem cinco músicas actuais, mas eu juntei alguns "jurássicos" que me soam sempre bem.
1. Maria Albertina, Humanos/A. Variações
2. Heroes, David Bowie
3. Simpathy for the devil, Rolling Stones
4. Shiver, N. Imbruglia
5. City of blinding lights, U2
Mas quem é que começou com esta corrente?!?! Tiveram sorte que não tinha ameaças do género "se não responder em 3 dias a música pimba vai internacionalizar-se", se não nem respondia. Mas como a corrente veio da Zona Franca da blogosfera, ok.
Bom, se calhar era suposto serem cinco músicas actuais, mas eu juntei alguns "jurássicos" que me soam sempre bem.
1. Maria Albertina, Humanos/A. Variações
2. Heroes, David Bowie
3. Simpathy for the devil, Rolling Stones
4. Shiver, N. Imbruglia
5. City of blinding lights, U2
Shahara
Shahara Akther Islam era uma alegre rapariga de 20 anos, muçulmana devota, com toda a vida pela sua frente.
Na 5ª feira tinha uma consulta no dentista antes de ir para o emprego no Co-operative Bank. Por isso despediu-se do irmão mais novo na casa deles em Plainstow, a leste de Londres, e partiu de metro. Era um dia como tantos outros. Nunca chegou ao seu destino.
Os terroristas não são muçulmanos, são simplesmente assassinos.
Para ver a notícia completa (em inglês, no Independent), clique aqui.
Na 5ª feira tinha uma consulta no dentista antes de ir para o emprego no Co-operative Bank. Por isso despediu-se do irmão mais novo na casa deles em Plainstow, a leste de Londres, e partiu de metro. Era um dia como tantos outros. Nunca chegou ao seu destino.
Os terroristas não são muçulmanos, são simplesmente assassinos.
Para ver a notícia completa (em inglês, no Independent), clique aqui.
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